Ajuda a atleta-guia e termina sem medalha: espanhola expressa frustração após maratona dos Jogos Paralímpicos
- Paulo Ferreira
- 9 de set. de 2024
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Elena Congost acredita que a desqualificação não foi justificada pelo motivo alegado.
O último dia dos Jogos Paralímpicos está gerando polêmica. Elena Congost, que foi terceira na maratona feminina T12 — uma prova para atletas com deficiência visual — perdeu a medalha de bronze após ser desqualificada.
Aqui está o que aconteceu: de acordo com o regulamento, os atletas devem cruzar a linha de chegada antes de seus guias e sem soltar a corda que os conecta. No entanto, na reta final da prova, Elena percebeu que seu guia, Mía Carol Bruguera, estava exausto e quase desmaiando. Para evitar que ele caísse, ela soltou a corda temporariamente, e o guia cruzou a linha de chegada antes dela, resultando na desqualificação.
Elena Congost expressou sua frustração após a prova, dizendo: "Cheguei muito bem. Tentei segurar o Mía para evitar que caísse. Ele estava me dizendo há dois quilômetros que não conseguia mais. Eu continuei a correr, mas acabei desclassificada por um segundo em que soltei a corda para ajudar alguém que estava caindo. Fiquei sem nada por um instante. Parece-me injusto."
O Comité Paralímpico de Espanha apresentou uma queixa, argumentando que o incidente não conferiu vantagem à atleta, pois ela tinha uma vantagem de três minutos sobre a quarta colocada.





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